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segunda-feira, dezembro 28, 2009

Estresse se cura jogando e dormindo


Final de ano é quase sempre a mesma coisa: muito trabalho e muita correria. Na função de professor, digo que novembro e dezembro são os meses mais estressantes pra categoria (isso sem contar com a refrega entre sindicatos e Estado), é um tal de fechar notas, cadernos, boletins, informar aos pais que o filho(a) não conseguiu passar de ano, formaturas e festas de alunos. E depois tem que cuidar da família, comprar presentes, preparar as festas de final de ano, agradar a todos.

Quando tudo acaba, só pensamos em uma coisa: dormir!

O sono é um agente altamente influenciador no cotidiano do ser humano, interferindo diretamente na sua qualidade de vida. E quanto mais velhos ficamos, mais sofremos com modificações na qualidade e quantidade do sono, por processos fisiológicos e culturais (como esses estresses de final de ano).

E para regular o sono nada como uma boa partida de futsal!

A atividade física está associada a uma saúde metal positiva e proporciona uma vida com mais qualidade. O exercício físico melhora as capacidades cardiorespiratória e muscular, o controle do peso, a redução da depressão e da ansiedade, as funções cognitivas (memória, atenção e raciocínio) e a eficiência do sono.

Portanto, um remédio altamente recomendado para o estresse de final de ano é a atividade física!! Então bom jogo e um 2010 cheio de alegrias e vitórias para todos. Bons sonos acompanhados de excelentes sonhos!!!


segunda-feira, novembro 16, 2009

Lesões freqüentes no futsal


Sempre que vejo um amigo atleta lesionado fico imaginado qual limite ele ultrapassou. Porque toda lesão é sempre obra de uma imprudência do atleta. Ou ele forçou uma jogada mais agressiva e sofreu ou causou uma lesão, ou ele não se preparou para a partida o suficiente. A busca por resultados melhores é inerente à própria competição e a competição é o cerne dos jogos esportivos. O problema é quando não se respeita os próprios limites e o atleta fica sujeito a lesões no aparelho músculo-esquelético.

Em uma pesquisa feita com jogadores profissionais de futsal constatou-se que os motivos para a ocorrência de lesões são os seguintes: preparação física incorreta, alterações posturais significativas, baixa flexibilidade, erros na execução dos gestos esportivos e uso de equipamentos inadequados. Constatou-se que 63% das lesões eram decorrentes de choques entre os jogadores e que 37% eram de situações em que o jogador se lesionou sozinho (fazendo acelerações e travando, mudando de direção e outros tipos de movimentos). AS lesões mais comuns eram de tornozelo (44%), coxa (26%) e joelho (18%), sendo que as lesões nos ligamentos (entorses) nessas partes são as mais comuns. As lesões musculares mais comuns são a contusão, rupturas e estiramentos.

Parece-me claro que uma sessão de alongamentos e aquecimento pré-jogo, principalmente para os membros inferiores, é essencial para preparação do corpo para a partida, e que respeitar os próprios limites vai poupar a si e os outros de possíveis lesões. Esses limites podem ser estendidos ou retraídos conforme for o “treinamento” para isso.

Portanto, mantenha-se atento e aquecido para evitar as lesões e boa sorte nas próximas partidas!

terça-feira, novembro 03, 2009

O estado psicológico do jogador de futsal


Olá. Como vai? Prazer! Edilson! Sou professor de Educação Física e quero conversar com vocês sobre algumas coisas comuns aos esportistas. Não é pra ser um monólogo, mas uma troca, um diálogo. Então vamos deixar as vias abertas para nos conhecermos melhor. Ok?

Pra começar um assunto light, mas importante: o estado psicológico do jogador de futsal.

Sempre que assisto a uma partida de futsal gosto de ver a beleza plástica das jogadas bem elaboradas que velozmente se transformam em perigo para o time adversário, tanto na percepção da superioridade estratégica da equipe atacante quanto na ameaça do gol propriamente dito.

Mas além dos aspectos físicos e táticos que nos proporcionam o espetáculo que a equipe coloca em quadra, há os aspectos psicológicos (que explicam muito bem a irregularidade de alguns jogadores) considerados elementos diferenciais durante uma partida: medo, fracasso, estresse, ansiedade, autoconfiança, são alguns exemplos de sentimentos que podem influir no desempenho de um atleta.

A ameaça de enfrentar um time superior, a preocupação com o próprio desempenho ou com o resultado do jogo desencadeia o sentimento de ansiedade que pode estar associado a um baixo desempenho na partida. Por outro lado, a autoconfiança leva o atleta a realizar com sucesso um comportamento desejado, auxilia na concentração e desperta emoções positivas. A autoconfiança pode ser considerada variável determinante para uma boa atuação.

Portanto, para não sofrer com a ansiedade, é necessário desenvolver a autoconfiança. E isso por ser feito de várias maneiras, entre elas a palavra de incentivo dos parceiros e a concentração necessária antes da partida, rememorando momentos de desempenho ótimo em partidas anteriores, criando um estado de crença inabalável no próprio potencial. É importante conseguir “pegar” o momento “ótimo” durante a própria partida e reforçar a autoconfiança gerando uma espiral ascendente de resultados e crença positivos.

Então, mantenha a concentração e boa sorte nas próximas partidas!

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