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domingo, julho 19, 2009

ENTENDER O COMPANHEIRO É DIFICIL...

Venho notando que analisar o companheiro e saber suas limitações pode fazer muita diferença.
Todos nós perdemos com o tempo muitas características e temos que nos adequar usando alguns atributos que outrora não precisávamos. Devido ao fato de que não conheci os outros falarei por mim, que tive uma pequena “carreira” que acabou em 1989, quando tinha 23 para 24 anos. Fui um jogador intitulado “goleador” minhas principais qualidades era a retenção e proteção correta da bola, passes para gols, chutes fortíssimos com qualquer pé (não menos que o Zéca na sua época), e no campo um cabeceio certeiro, porém não tinha uma grande velocidade tinha que me colocar bem.
Essas que eram minhas grandes qualidades foram diminuídas por vários motivos assim como dos outros forasteiros. O que me sobrou é a proteção de bola e passes; meu chute é muito fraco e cabeceio de bola são treino e tempo de bola que acho que perdi.
Então quando os colegas querem fazer dois/um comigo é ridículo (quando não sou o peão), quando me lançam para correr na ponta é desperdício, mas quando faço a parede a faço corretamente é jogada perigosa, mas sou pouco acionado com exceção do Maninho e raramente do Léo.
Temos que analisar cada companheiro e não querer que ele faça o que não sabe ou que não é sua característica, outro exemplo é o Feck, largam a bola para ele e deixam-no no pincel, ninguém se mexe nem chega perto para ajudar, o que querem? Que ele drible o primeiro limpe a jogada uma gingada no segundo e um canudo do meio da quadra na gaveta? pense no que é mais facil para o teu companheiro conforme as suas caracteristicas e não no que tu achás que ele tem que fazer.
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