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quarta-feira, dezembro 04, 2013

A maior de todas as festas e ainda teve futebol.

A reunião anual dos Forasteiros, como vamos chamar, pois a partir deste ano não tivemos simplesmente um almoço, e sim uma confraternização de dois dias no Sitio do Clenir e da D. Marlene, em Portão, que nos receberam de braços e casa aberta.
A chegada começou na tarde de sábado, Celso  com a Cláudia e Hélvio com a Sandra, cada casal com sua barraquinha, montaram perto da casa em baixo de uma árvore, os filhos do Clenir em especial o Cleber que assou, junto com seus cunhados o churrasco de sábado e domingo, já estavam de barraca armada e maior que a nossa na frente da casa. Mais tarde chegou o Feck com a Sônia e com estratégia diferente, dormiram na camioneta(acho que ficaram com os pés para fora) e por fim o Sergio e a Sandra que vieram (como o Feck) por Portão, como sobrou um aposento dentro da casa, não se parou de rogado e ficou dentro, talvez com medo dos Búfalos ou outros animais silvestres.

A noite de sábado, além do churrasco  especial, pelo Cleber e Clenir, eu (Helvio) no Bombo Legueiro, Sergio no violão e o Celso na gaita, varamos a noite junto a companhia do Feck que nos filmava, numa "tertúlia velha, baguala e terrunha", que pode ser vista neste vídeo.
A noite foi curta, já as 05:30 ou 6:00 horas da manhã Celso varava os campos atrás de pássaros, sapos e flores o Feck caminhava pelo sitio, o Helvio tentou estudar as 6 da manhã, mas só conseguiu ler duas ou três páginas sobre gestão ambiental. A manhã nos reservou outro momento sublime, buscamos alguns mantimentos em Portão (Helvio e Sergio), mais os da D. Marlene e os trazidos pelas Xerifas, e preparam o café colonial (veja foto) comemos fartamente, e ainda alguns forasteiros que chegaram cedo (10:00) puderam aproveitar.
E o povo foi se chegando: Chico, Miguel, Geraldo etc. etc..Ademar...etc . etc.instalado o Chopp, Geraldo foi arrumar as goleiras, junto com Sergio, Feck, Eduardo e outros, que os Búfalos haviam roçado e tirado do nível.
Depois de tudo pronto a festança começou, novamente os colorados, capitaneados pelo Maninho e pelo Feck que literalmente se negam a jogar novamente um grenal nos forasteiros, não sei porque o medo, pois em qualquer lugar onde tenha um grupo de amigos é feito: no colégio, em família no final de ano, no trabalho direto,  tantos outros lugares, acredito que medo não, pois somos todos companheiros e ninguém iria machucar o colega, simplesmente serviria para mais um assunto, ganhe quem ganhar, mas esses dois citados tem um pânico de jogar grenal novamente, o que não é democrático porque são apenas dois participantes, mas são dois que gritam mais alto, talvez um dia, sem eles faremos de novo. Mas vamos em frente, grande estreia da Arena Beiçola, confeccionada com tanto carinho principalmente pelo Geraldo, mas que teve junto  a ajuda dos seguintes : Sergio, Eduardo, Rubilar, Feck, Helvio, Rodrigo, Miguel, e para finalizar: as marcações de campo que o Celso junto com o Helvio completaram, no dia do jogo.
 
 
A Festa  animada, com mais de 65 pessoas o jogo foi 4x4, o juiz (comprado) deu 10 minutos a mais para os pretos tentarem empatar, o que não aconteceu, então levou o jogo até o momento empate, depois terminou. Gol contra do Ademar que estava acoçado pelo Chico que já havia ganho dele mesmo na cabeça do gol anterior, fazendo um placar final de 4X4, ficando politicamente bem para todos.
Todos para o quiosque Chopp a vontade (100Litros). Entrega do amigo secreto, sem brigas com muita emoção, forasteiros novos participando, antigos se emocionando. A oração antes do almoço liderada pelo Sergio e enfim o almoço.
O Churrasqueiro Cleber e ajudantes assaram: uma ovelha, um porco, cortes de frango e carne de gado, muito bom assado, a ovelha estava como não tinha comido ainda, macia, deliciosa.
Por fim já pelas 17: horas o Buffet de sobremesas que as Xerifas levaram, muito doce de diferentes tamanhos, sabores e gostos.
Foi uma festa inesquecível, a maior e melhor que já houve.
Além do pessoal que ajudou no campo, agradecimento ao Ademar que foi um abnegado para que a festa fosse o sucesso que foi independentemente das desconfianças geradas quanto a estrutura, cuja não se pode notar nem falar nada, pois a sorte nos acompanhou e o medo da chuva foi transformado numa grande alegria.
Nosso muito obrigado aos Forasteiros por nos proporcionar momentos inesquecíveis que vão entrar para a memória do nosso grupo e repercutirão por décadas.
 
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