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quinta-feira, abril 08, 2010

Herói ou Vilão

No ultimo jogo perdemos por uma diferença de cinco gols e aconteceu algo que eu havia notado em alguns jogos com formações casuais porém com as caracteristicas dos companheiros parecidas. O léo saiu e o time ficou com mais mobilidade.

O Léo tem uma tese de que não deve ir ao ataque com frequência ou não se apresentar tanto para a tabela de ataque porque tem que manter a defesa, ele que é o melhor defensor dos forasteiros e também era o melhor líder de defesa, aquele que organiza, hoje ja não é mais porque os companheiros não estão lhe escutando muito, porém ele tem razão quando reclama, falta voluntariedade, vontade etc. etc..

Segundo o léo, quando ele esta no time, todos ficam tranquilos e confiam que ele fica na defesa e sobem sem voltar (na verdade não conseguem), e isso deixa a defesa desmantelada.

Segundo a imprensa marrom sem ele, o time ataca com quatro, e se tiver competência não terá o contra-ataque, logo quem esta no ataque com posse de bola não precisa se defender naquele momento e também tera mais jogadores para marcar a saída.

Segundo este mediucre colunista, existe as duas coisas, com o léo atrás a segurança de quem ataca é maior porque sabe que tem alguém para defender em ultima instância, mas também se o léo se soltasse poderia fazer a administração da bola no ataque e também surgiria oportunidades para seu chute, que é forte, e a definição seria na construção e não na destruição.

Um comentário:

BLOG PHILOSOPHIA disse...

Com todo o respeito, mas discordo totalmente do teu ponto de vista.
1º - Não tenho a tese de que não devo ir ao ataque. Quem e o que determina ir ou não ao ataque é o desenvolvimento da jogada ou a característica do parceiro com quem vou fazer a jogada. Se é um parceiro que difícilmente passa a bola, ou passa mal, ou, quando perde a jogada não tenta recuperá-la, ou não reage ou não volta para ajudar a defesa, criando mais contra-ataques do que possibilidades de gol, é uma questão racional ficar na cobertura preservando a defesa. O meu negócio é ganhar o jogo, por isto sou adepto de jogadas tranquilas, firmes, seguras, que visam objetivamente o gol e criem o mínimo ou nenhuma possibilidade de contra-ataque. Muitas vezes um passe prá trás ou para o lado é muito mais objetivo e tem mais chances de acabar na redes do adversário do que uma tentativa maluca ou desvairada de se jogar pro ataque. Tu sabe disso. Nestas nossas brincadeiras, a importância do conjunto do time é normalmente relevada. Quantas e quantas vezes já fui ao ataque à toa. Na grande maioria das vezes a bola vem totalmente "quebrada". Ou não é passada ou é mal passada. Na maioria das vezes a jogada acaba sendo forçada, provocando contra-ataques fulminantes. Não vou me alongar mais, mas é por aí a questão.
2º - Neste jogo em si, o desinteresse pela marcação e a falta de vontade de alguns foi brincadeira. Vcs. iam ao ataque em 3 (tu, Cao e Miguel - eu me posicionado no meio da quadra)e simplesmente paravam na ou nas proximidades da área adversária a cada conclusão prá fora ou bola perdida. Ficavam assistindo de "camarote" ao contra-ataque do adversário. Não bastasse isso, o Eduardo estva num dia infeliz. Enquanto eu estava em quadra, estava triste, abatido, tomando diversos gols de bolas batidas do meio da quadra com chutes fracos, como por exemplo, os dados pelo Beto. Sem ninguém nem nada para atrapalhar.
A questão de ter observado que o time teve mais pegada após a minha saída, pode ser comprovada, não só pelo reflexo nos gols feitos, mas pela forma totalmente diversa da postura e movimentação do time em quadra: o Eduardo acordou, se movimentou mais, saindo do gol, se jogando nas bolas, dando cobertura ao Clenir, etc. Era, de forma positiva, outro em quadra. Tu e o Miguel começaram a voltar em todas as jogadas perdidas. Muitas vezes, pasme só, o Miguel estava jogando de fixo ao lado do Clenir. Pq. não tiveram esta postura antes? Por confiarem na minha marcação e não confiarem na do Clenir, que entrou de fixo em meu lugar? Seja qual for a razão, o primordial no desempenho de um time será o seu conjunto, ou seja, a harmonia de movimentação do todo. Ninguém marca sozinho nem ganha jogo sozinho. E não adianta usar a desculpa de que falta perna. O negócio é cada um dosar o "uso das pernas" dentro das suas possibilidades e jogar o jogo inteiro e não só meio jogo. Ou seja: entrar na quadra para atacar e defender. A individualidade é importante, mas quando exagerada ou feita por quem não tem os pré-requisitos necessários para fazê-la com eficiência, a falta de cobertura e de conjuto de um time, tendem a influir negativamente no resultado de qualquer jogo. No máximo sai um empate quando os dois times jogam errado da mesma forma.

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