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domingo, outubro 25, 2009

Mais uma teoria.

Um time estático pode até se defender com relativa eficiencia, mas é dificil buscar um resultado e nossa equipe é muito carente de dinamismo na quadra, o salão requer que o atleta tenha uma atitude coordenada, tu passa a bola e busca um posicionamento que facilite a devolução ou que possa receber de um terceiro, sendo que o segundo se coloca para o rebote ou quarto para uma possível cobertura.
Vou relacionar os atletas que se posicionam para receber a bola dando condições de dinamismo de jogo, os que fazem algumas vezes não serão relacionados:
Beto, Feck, Cao, Nelson, Hélvio, Paulo. Os outros a maioria até podem ter bom passe mas é um parto para tocar a bola e se posicionar para receber, alguns motivos: cansaço, falta de comprometimento, não sabem jogar salão, preocupan-se demais com a retaguarda ( quem sai para o jogo deve ser coberto por outro).
O Beto é um dos maiores perdedores de gols do forasteiros, mas se tivesse uma estatística veríamos que ele é o que mais se apresenta para o passe.
Temos atletas que eu não admito a omisão ( porque sabem fazer) vejam os primeiros colocados deste ano, todos tem dificuldade de passar e correr para receber, os motivos? acho que alguns dos que citei. Quem discorda que venha....um abraço

3 comentários:

BLOG PHILOSOPHIA disse...

Eu quero ver tu ou qualquer time se defender sendo estático.

BLOG PHILOSOPHIA disse...

Acho que todo o esporte coletivo precisa, antes de mais nada, cooperação em quadra. Sem ela, você não coordena nada. O que determina a movimentação é a confiança que a vontade de cooperar e jogar para o time produze. O Cao, por exemplo, cria na gente a confiança do passe. A atitude de querer passar a bola precede à atitude de receber o passe. Num time que históricamente recebe a bola e baixa a cabeça para tentar 1º a jogada individual, que só passa quando está prestes à perde-la ou não enxerga via de regra uma jogada fácil com o companheiro do lado, é exigir muito que alguém esteja do lado à disposição de um passe improvável. Existem muitos trocas de bolas simples que tornam uma jogada fácil e gostosa. Tempo de bola e não ser fominha são pré-requisitos básicos para elas acontecerem. Além da necessidade, agora sim, de alguém aparecer prá jogada, observação que fizestes e está correta. Tirando fora as jogadas agudas em que o Beto se apresenta no ataque, que aliás sempre foram por mim levantadas como um dos pontos positivos dele, tirando fora o Cao que tem uma visão e um toque de bola previligiado, são ao tipo de jogadas/tabelas acima que tu estás de referindo que saem dos pés de quem tu citastes? Me desculpem meus queridos amigos, mas acho que não. Carimbar por carimbar ou só querer tabelar para a frente, via de regra, produz mais contra-ataques do que tabelas bem finalizadas. É só olhar quantas entregadas de bolas são produzidas, quantos contra ataques são armados e quão poucas finalizações são produzidos neste tipo de jogada. Acho até que todos têm condições e capacidade de fazer com que estas jogadas aconteçam. Mas, antes de mais nada, tem que pensar o jogo coletivamente e não individualmente. Pois o jogo começa na cabeça antes de passar para pés.

HELVIO GOMES disse...

justamente estático, parado é mais dificil, se defender, estamos de acordo não precisamos brigar....

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