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quarta-feira, agosto 18, 2010

Parceiro Nota 10 - entenda e saiba como anda sua freqüência.

Em época de quorum baixo, e das reclamações realizadas por este motivo, torna-se ainda mais importante destacar a frequência dos Forasteiros nos dias dos jogos, jogando ou não.

Graças a tabela, e outros registros, temos condições hoje de contar boa parte da história dos Forasteiros a partir de informações bastante confiáveis. Antes dela e do blog, a história dos Forasteiros, principalmente do jogos, era construída a partir da corneta dos mais falantes.

Hoje é possível "enxergar" com mais clareza a forma como curtimos o nosso grupo e a nossa real produção em quadra. Os resultados escancaram os nossos defeitos e as nossas virtudes, permitindo que através da análise dos nossos números possamos corrigir as nossas deficiências e aperfeiçoar as nossas qualidades. Antes, cada um tinha uma sensação de desempenho. Hoje, os números nos revelam uma realidade mais próxima da verdade. Pitágoras (570 a.C.)já dizia serem os números a linguagem perfeita. Menos, mas não deixa de ter em parte muita razão.

É claro que a tabela não resolve tudo, mas com certeza ajudou a desmistificar muita coisa. Quantos desempenhos antes criticados ficaram provados que não eram tão medíocres assim? Percebe-se hoje que não mereciam ser tão criticados assim, até por que, e especialmente nos dias de quorum baixo, é preferível um desempenho talvez não tão "glamuroso" do que desempenho nenhum, não acham? Talvez esteja na hora de reavaliar certas críticas e, a partir dos números reais de presença, reavaliar também o tamanho que o grupo.

Desde que as anotações começaram a ser realizadas, a questão da presença sempre foi muito valorizada pela tabela e pelo blog. Não é por nada que chamamos de Nota 10 o "troféu" ou título dado ao Forasteiro com melhor frequência.

Pena ainda que até hoje, apesar dos toques e sugestões dadas ao grupo, em especial aos cardeais e bispos que decidem, que as disputas sugeridas pela tabela, como o Nota 10, não sejam mais valorizada. Por que não chamar a atenção da importância da presença entregando, no final do ano, um troféu ao Forasteiro com a melhor frequência?

Talvez agora todos possam começar a entender melhor o motivo da tabela. Principalmente aqueles que somente a criticavam, sem parar para analisar as inúmeras informações nela contidas.

Vamos à tabela Nota 10. Antes, porém, uma explicação: apesar do número base de comparação para todos, no ranking geral, é o número total de jogos/encontros realizados desde o início das anotações (Janeiro de 2007), é necessário que se faça, para se fazer uma análise justa, uma análise particular a partir da entrada de determinado Forasteiro. Não é justo olhar os números do Luiz, por exemplo, que entrou a poucos dias, considerando a sua presença com base no número total de rodadas. Deve ser considerado a partir da sua entrada e não desde o início das anotações. Do Eduardo, do Paulo, do Sérgio e do Nelson também. Os do Zeca precisam ser analisados considerando os quase 2 anos que ficou afastado. Os do Léo é necessário levar em consideração o período de meio ano em que ficou afastado, ou seja, de janeiro à junho de 2008. E assim por diante. Afastamento por lesão, colégio ou outros motivos, como o da minha atual cirurgia, não estão sendo descontados. Se justificam mas, por falta de controle destes casos, contam como falta mesmo. Vale para a consciência de cada um.

Agora, o troféu Nota 10 leva em consideração sim o número total de rodadas quando analisa o ranking geral ou qualquer outro período, fazendo análises particulares mensais, quadrimestrais e anuais. Quem entrou no meio de um mês, por exemplo, terá este prejuízo na disputa do troféu.

As tabelas que serão apresentadas a seguir seguem a seguinte ordem:

1 - Ano de 2007.
2 - Ano de 2008.
3 - Ano de 2009.
4 - Ano de 2010.
5 - Ranking Geral.

TABELA 1 - ANO DE 2007


Sobre o ano de 2007, ano que as anotações iniciaram, com apoio e acompanhamento parcial do grupo, existem algumas informações importantes e pertinentes sobre a frequência do grupo.

A principal delas é sobre o nº efetivo de presenças registradas. Na época só era considerado presente o atleta que jogava. O que comparecia, mesmo lesionado, chegando mais tarde para acompanhar o grupo ou ocupado fazendo a janta, não era considerado. Foram vários os casos, mas os principais prejudicados, pelo que lembro, foram o Ademar e o Clenir.

Iniciamos com um grupo de 19 jogadores, mas a pouca frequência de alguns causaram problemas, tais como a do Loidemar, que jogou 4 jogos durante o ano e se afastou do grupo, do Paulo Pires, que jogou somente 3 partidas em janeiro e se afastou do grupo, das participações parciais do Clenir, que normalmente nas 6ªs cuidava somente do churrasco da turma, do Léo, que tinha faculdade e matava aula para jogar, principalmente no 1º semestre, do Hélvio, que já se poupava nas 3ªs, do Ênio, que na 6ª tinha que ficar em casa recebendo suas visitas, do Foppa, que, como ecônomo do lugar, tinha que justificadamente dar atenção ao seu negócio, e das lesões de diversos parceiros durante o ano, como do próprio Ênio, do Ademar, do Zeca e do Valdemar. Além de problemas de horário de trabalho, que prejudicaram a presença de alguns durante o período que trabalharam à noite. Se a memória não me falha, o Ademar foi um deles.

Ausências na grande maioria dos casos perfeitamente justificáveis, mas nem por isso deixaram de ser problema na hora de ser ter o número suficiente de atletas em quadra. Ou seja: justificava mas não resolvia.

Como resolvemos o problema? Parte, com o retorno do Geraldo ao grupo, visto que ele já jogava conosco antes de 2007, e a inclusão de mais um atleta, o Denis, que jogou 2 partidas e, meio lesionado, não pôde mais continuar sem correr o risco de agravar a sua lesão. Mas a principal iniciativa que ajudou que as 100 rodadas do ano se realizassem, foi a providencial presença e colaboração dos filhos dos Forasteiros. Foram ao todo 59 partcipações. O Maurício, filho do Celso, jogou 32 partidas, o Lucas e o Diego, filhos do Ademar, 14 e 3 partidas respectivamente, o Rafael, filho do Chico, 8, e o Leonardo, filho do Ildo, 3. Lembro da presença de outros, como do Vagner e do Valdir, mas que infelizmente não foram anotadas.

TABELA 2 - ANO DE 2008


Em 2008, jogando ou não, toda a presença era anotada. Com exceção do Foppa, que começou a deixar de participar dos jogos para cuidar do seu negócio. Perfeitamente compreensível, mas, neste caso, não seria justo com os demais Forasteiros se a sua presença com este propósito fôsse considerada, pois o o critério de presença na disputa do Troféu Nota 10 era e é o da parceria do sujeito com o grupo. Que convenhamos, não era bem o que o motivava.

Em 2008 iniciamos o ano com 17 jogadores. O Loidemar, o Zeca e eu tínhamos nos afastado. Acabei retornando na rodada 44, 2ª de junho, ficando de fora das primeiras 43 rodadas. O Zeca, que já vinha de lesões e dificuldades de comparecimento em 2007, afastou-se definitivamente no ano de 2008, retornando na 359ª rodada, em Julho de 2010. Ficou de fora desde a 101ª rodada, ou seja, por 259 rodadas. Para suprir a saída destes jogadores, foi convidado, em Março, o Lauro, cunhado do Paulo Galego, que jogou 4 partidas entre Fevererio e Março e, por problemas para comparecer nos dias jogos, se fastou. Para seu lugar foi convidado em Maio o Luciano, amigo do Foguinho, que jogou o ano inteiro.

O Ildo iniciou o ano lesionado e voltou a jogar somente na rodada 49. Mesmo assim, antes de voltar a jogar, compareceu prestigiando os companheiros por 19 vezes. Para seu lugar foi convidado o Eduardo, que fez a sua estréia na 1ª rodada do ano. Mas sua frequência no início foi prejudicada por outros compromissos, já que jogava em outro time e sua vinda, inicialmente, era a de colaborar jogando uma vez por semana, enquanto o Ildo estava lesionado. Acabou ficando e se tornando mais um Forasteiro de fé.

Os problemas de participação do Hélvio, do Clenir, do Ênio, do Foppa e também do Geraldo foram os mesmos de 2007. Preservação da perna, churrasco, visitas, economato e outros compromissos, foram respectivamente os motivos principais apontados.

Além do Ildo, tiveram problemas com lesão, e outros motivos, diversos jogadores. Entre eles as principais ausências foram a do Maninho em junho/julho, do Geraldo e do Ênio, à meio pau desde maio até o final do ano, do Valdemar e do Beto principalmente nos meses de agosto/setembro, do Paulo Galego de outubro a dezembro, do Léo, do final de novembro à meados de dezembro.

A principal solução encontrada para que não houvesse problema de quórum nos dias de jogo, além do ingresso dos jogadores já citados, foi novamente apelar para a participação dos filhos e amigos. Foram no total 70 participações, 11 à mais que 2007. O Maurício, filho do Celso, novamente liderou com 29 participações, o Lucas e o Diego, filhos do Ademar, vieram em 2º com 21 e 6 participações cada, o Rafael, filho do Chico, com 8, o Leonardo, filho do Ildo, com 3, e outros, entre eles o Valdir, 3. Não está anotado nem computado nas presenças, mas eu participei, no período que estava afastado e com o intuito de colaborar, em 3 jogos.

TABELA 3 - ANO DE 2009

TABELA 4 - ANO DE 2010


O ano de 2010 não necessita de muita análise. Iniciamos o ano com 23 jogadores na relação, tendo disponíveis para jogar parte dele. Não havia ainda previsão do Zeca voltar, nem de uma possiblidade prática da volta do Geraldo e do Paulo Galego, ambos afastados desde 2009 por problemas de saúde e problemas pessoais respectivamente, nem do retorno do Luciano, com problema de incompatibilidade entre os horários de trabalho e jogo. Menos previsível ainda, apesar dos visíveis sinais, era a de se prever a bronca com o Foppa, que o afastou em definito do grupo e nos obrigou a procurar outra quadra para continuarmos com a nossa brincadeira. Na prática, inicamos o ano com 18 jogadores efetivamente disponíveis.
O Cao parou em Maio em razão de uma lesão, e, até o momento, não retornou e não tem nos contatado para dizer da sua disposição de continuar ou não jogando. Não tive sucesso nas vezes que tentei contatá-lo por telefone para tentar esclarecer a situação. De qualquer forma, a sua falta foi suprida pelas entradas do Luiz, em junho, na 50ª rodada, e do Zeca, em julho, na 51ª rodada. O Luiz tem desde então participado de 11 das 15 rodadas que aconteceram desde o seu ingresso, e o Zeca de 7 das 14. Vindo de longa parada, o Zeca sentiu e está parado no momento em razão de uma lesão. Coisa que acontece com os guri próximo, prá não dizer além, dos 50.
O grande problema de 2010, especialmente em alguns jogos nos meses e dias mais frios de julho e agosto, está sendo a falta de jogadores. Quorum no limite, jogo de 4 contra 4 e, na última rodada que seria realizada no dia 17.08, gente insuficente, pela primeira vez na história dos Forasteiros, para a realização da partida.
Creio que existem as mais diversas explicações que justificam a falta de pessoal. Temos um grupo de 19 jogadores, se não o maior, um dos maiores desde o início dos Forasteiros. As lesões e outros problemas que eventualmente afasta temporáriamente alguém dos jogos, é o mesmo. A falta de assíduidade de outros, também se repete. Nada de novo até aí. O que é novidade e não temos mais, e que foi fundamental para não termos este tipo de problema nos anos de 2007 e 2008, é a presença dos filhos e/ou amigos nestas horas. Para se ter uma idéia, até a rodada de nº 63 houveram somente 4 participações deste pessoal nos nossos jogos. O Maurício com uma participação em janeiro, o Alexandre com uma na rodada 63 e o Diego com 2 participações, sendo uma também na rodada 63 e uma em maio. Como já vimos acima, em 2007 foram 59 participações e em 2008 70. Creio que o problema, que diga-se de passagem é normal que aconteça, principalmente, com diz o Hélvio, considerano a nossa "veteranisse", acontece por estarmos desatentos e não termos mais a gurisada presente e à disposição para quebrar o galho. Acho que com um pouco de informação e organização conseguiremos resolver, se não no todo, mas boa parte do problema.


TABELA 5 - NOTA 10 - RANKING GERAL - 2007/13.08.2010.




Breve publicaremos as outras tabelas.
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