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segunda-feira, março 09, 2009

Certo? Errado? Verdade?

Desculpe caro Hélvio, mas a tua interpretação de eu ter tentado "botar 'goela abaixo' o que é certo e errado" carece de ... verdade.
Em primeiro lugar, o que criticas em primeiro lugar ao referir-se a regra de ouro da ética, QUE NÃO É MINHA mas que assim já foi considerada no mundo inteiro, não leva em consideração toda a exposição anterior feita por mim sobre a necessidade da sua universalidade (ver o que está escrito ao lado da figura do "enforcado" Burt Reynolds). Nem consideraste as outras regras que exponho no fim do artigo, na frase do dia, em que textualmente as considero mais universais, em outras palavras, mais completas. Ou seja, são os princípios (boa conduta e regras citadas por ti) que grandes pensadores, NÃO EU, que passaram suas vidas matutando em como construir uma vida mais justa e igual, concluiram que deveriam ser adotadas por uma sociedade. De qualquer forma, não foi meu desejo nem será possível falar aqui sobre todos os aspectos da ética. Até por não conhecer todos.
Em segundo lugar, tu só pode estar me gozando na questão dos gols, laterais, faltas, etc. citadas por mim, ao considerar que quando me refiro a elas como anti-éticas estou me referindo a lances fortuitos e de dupla interpretação. Para ficar claro, quando me refiro a elas, estou me referindo às contundentes e permanentes crítica feita à qualidade do futebol de alguns companheiros, a quase permanente dificuldade de se sair de quadra e ceder o lugar ao companheiro e dos lances irregulares cometidos conscientemente e que, conscientemente, são escamoteados com o objetivo de se levar alguma vantagem. Ou tu "acha" que nada disso acontece nos nossos jogos?
Em terceiro lugar, quanto a questão do placar, fala sério! Os termos, "poderia, por que não", ser ampliado, convenhamos, não cabe ser interpretado como "provávelmente". O motivo para escrever tal frase, visava atingir duas questões. A primeira, não foi com o intuito de tentar ADIVINHAR o resultado que poderia ocorrer nos últimos minutos, mas de servir de contra-ponto para a possibilidade oposta de outra ADIVINHAÇÃO: a de poder haver um empate ou uma virada. A segunda, para fazer uma brincadeira em cima da dupla de (sómente) atacantes Fo-Mi (Foguinho e Miguel). Só falta o Nha para ficar perfeita.
Quanto a questão de teres sido acusado injustamente de pedir para terminar com um determinado jogo, com o intuito de levar vantagem (se fosse o contrário que seria esquisito), não lembro. Mas se afirmas que não o fizeste, não tenho nada a contestar. Neste caso e em todos os casos que tal fato ocorrer, concordo, como concordei no meu caso, que se trata de uma atitude antidesportiva e, complemento concordando com a tua colocação, um desrepeito ao adverário. Como toda e qualquer tentativa de levar vantagem o é!!!! Sem nenhuma diferença entre elas.
Resumidamente:
- Concordo contigo ao afirmar que não foi o meu pedido o motivo para o Foppa terminar o jogo no horário que ele terminou.
- Não concordo com a tua colocação de "ele (Léo) achar que tudo está bem com o seu gesto". Se assim fôsse, não teria concordado em qualificar o episódio como anti-ético e ter pedido desculpas para o grupo. Claro que a "punição" é de brincadeirinha, o que não escondi ao afirmar que aproveitaria outro compromisso para cumpri-la. O problema que eu vejo no episódio não é pelo efeito que ele causou na prática, mas pelo efeito que poderia ter causado. E penso que este tipo de atitude, nem de brincadeira, pode ou deve se repetir.
- Não concordo, como já explicado acima, sobre a tua interpretação do texto sobre a minha disposição de querer adivinhar o resultado.
- Concordo que pode ter ficado subentendido no texto tratar-se de choro de perdedor. Se o texto for lido na íntegra e compreendido a sua razão, entenderás que não foi esta a intenção.
- Quanto ao "alhos e bugalhos", meu amigo, se não percebestes a importância de considerar ambos da mesma forma, é por que não compreendeste o motivo do artigo e de todo o auê. Ou pensas que me aproveitaria do ocorrido e daria tanta importância assim ao episódio se não fôsse para chamar a atenção para os demais problemas, citados anteriormente, que ocorrem durante uma partida, quer dentro da quadra, quer fora dela? Sem falar na quantidade de vezes que estes problemas ocorrem num só jogo, comparado com uma única possibilidade de se encerrar um jogo precocemente.
No mais, muito satisfeito fico ao ver a preocupação dos "companheiros que entenderam que a situação ultrapassou o âmbito do resultado". Quem sabe está na hora também de se preocuparem para que outras situações não o ultrapassem. Se não for com este objetivo, é querer supervalorizar o episódio e pregar "moral de cuéca"!!!
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