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domingo, março 01, 2009

Fevereiro: nos últimos segundos, deu Paulo Pires.


Depois de uma paulada dada pelo Maninho na cobrança de uma falta, aproveitando brecha dada pela barreira formada pelo Ademar e pelo Miguel, e de uma dificílima defesa feita pelo Eduardo, o Chico, se aproveitando da falta de cobertura da zaga, toca a bola para o fundo das redes e dá números finais ao placar da partida em 3x2, definindo assim o título de campeão do mês ao Paulo Pires.
O placar do jogo foi aberto para os Laranjas também pelo Chico, aproveitando-se de uma saída errada do Léo. Pouco depois, com jogadas bem armadas pelo Celso, o Miguel empatou e virou o jogo para os Verdes. Na sequência, o time dos Verdes, em bolas roubadas pela defesa, armou contra-ataques e perdeu 12 chances de ampliar o placar, sendo 10 delas através do goleador disparado de todos os tempos dos Forasteiros, Miguel, que, cara a cara com o goleiro Ildo, ou arrematava para fora ou para grandes e consagradoras defesas.
O empate veio quando faltavam uns 10 minutos para terminar o jogo. Os comentários dos companheiros de time e espectadores responsabilizaram o Léo pelo gol, por ele ter realizado uma possível enfeitada, quando tentava, com o goleiro Eduardo, tirar a bola de dentro da área. Devia, era o comentário, ter dado um bico para longe ao invés de tentar "enfeitar" passando a bola para o contra-ataque dos companheiros que, diga-se para o bem da verdade, estavam, após terem perdido a bola no meio da quadra e criado todo o "redevú", assistindo, como se expectadores fossem, o desfecho do lance. Aliás, foi só mais um dos muitos lances em que parte do time parou deixando a responsabilidade da marcação para um defensor e o goleiro Eduardo. Nos outros, boa parte dos contra-ataques iniciaram exatamente assim.
Este resultado ainda dava para o Léo o bicampeonato do ano. Só que, depois de perder as inúmeras oportunidades já citadas e faltando segundos para terminar o jogo, veio o gol da (re)virada, contado acima, e a definição do campeonato, com méritos, para o Paulo Pires.
No mais, o jogo transcorreu normal, com dúvidas sobre de quem era a posse de bola em algumas saídas laterais, com a correta anulação do gol dos Verdes quando o jogo estava parado, com a correta interpretação de que a bola chutada pelo Foguinho no poste do gol defendido pelo Eduardo não havia entrado, com a correta marcação da falta cometida pelo Ildo em defesa feita fora da área, e com a correta repetição da cobrança da falta, pelos Laranjas, que resultou no último gol do jogo e que definiu o placar. Mesmo que a primeira cobrança tenha sido cobrada corretamente, que o desarme e o contra-ataque que os Verdes estavam armando era válido, foram os próprios Verdes, através do Ademar e do Miguel, que pararam a jogada e exigiram que a falta fosse cobrada novamente. Os corneteiros dizem que o Paulo Pires, depois do jogo, brindou-os com uma loira geladíssima. Não se sabe por qual dos motivos
Ficha Técnica:
Laranja - Ildo, Maninho (1), Paulo Pires, Chico (2), Beto, Foguinho e Valdemar.
Verde - Eduardo, Feck, Léo, Ademar, Celso, Miguel (2) e Hélvio.
Nota 10: Geraldo, que chegou pelo meio do jogo, e Clenir, que mais uma vez pilotou a churrasqueira.
Visitas: Sras. Borges, Vieira e Gomes, Marlene, Salete e Sandra respectivamente.
Copa: com o sempre elétrico Foppa, sua esposa Helga, cunhada Celita, que trouxe lembranças e um abraço para todos os Forasteiros do filho Jorge, que esteve a poucos dias aqui e que estuda no seminário de Bom Princípio, e da sobrinha Ângela, irmã da Angélica, que quando visita os tios tem gentilmente nos atendido, ambas filhas da dona Celita.
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